O sócio Luiz Leonardos foi reconhecido pela edição 2024 do guia Lexology Index Brazil (antigo Who's Who Legal), na categoria “Thought Leaders” e ”Recommended”, na área Patentes.
Registrar a marca junto ao INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) é uma etapa crucial na jornada de qualquer negócio, e a escolha da forma de registrar sua marca é fundamental para garantir sua proteção e exclusividade.
Nossos sócios foram novamente reconhecidos pelo Who's Who Legal 2024, nas categorias Thought Leaders Brazil e Recommended, na área de Propriedade Intelectual.
A inteligência artificial (IA) pode ser definida como uma área da ciência da computação que cria máquinas capazes de realizar tarefas que normalmente exigem inteligência humana, como por exemplo, raciocinar, aprender, resolver problemas de forma autônoma, e por aí vai.
No contexto de propriedade intelectual, a manutenção de uma marca registrada no Brasil exige não apenas o registro formal, mas também o uso contínuo e efetivo da marca no mercado.
A regulamentação da Inteligência Artificial (IA) tem se tornado uma pauta urgente para governos ao redor do mundo. No Brasil, o marco regulatório da IA está em tramitação no Congresso Nacional, enquanto a União Europeia (UE) recentemente aprovou um estatuto abrangente sobre o tema.
A caducidade de uma marca registrada é uma questão legal complexa que frequentemente se encontra nas mãos do poder judiciário. Central para essa questão está a prova de uso, um critério fundamental que pode determinar se uma marca continua a gozar de proteção legal ou se torna pública.
No âmbito da propriedade intelectual, o desuso de uma marca registrada pode levar à sua caducidade. Este conceito, embora crucial, é frequentemente mal compreendido por titulares de marcas.